segunda-feira, 20 de maio de 2013

Bolsa de R$ 2 mil mensais para prostitutas é notícia falsa

Está circulando na internet, em redes sociais e blogs, uma notícia informando que o Senado Federal aprovou um projeto de lei de autoria da senadora Ana Rita (PT-ES) que cria uma bolsa de R$ 2 mil mensais para garotas de programa. Apesar de ter gerado indignação de muitos internautas, trata-se de uma notícia falsa.

Uma outra versão da notícia diz que o projeto é da senadora Maria Rita (PT), mas não existe nenhuma senadora com esse nome.

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Projeto desse tipo nunca tramitou no Senado, conforme informou o próprio órgão. Muita gente acreditou na notícia e compartilhou em redes sociais como Facebook, acreditando ser verdadeira. Em se tratando de internautas comuns, é até normal, mas o pior disso é que muitos blogueiros e sites de notícias de sei lá que categoria, republicaram a notícia falsa e fizeram com que se espalhasse cada vez mais pela internet.

A Polícia Federal e a Polícia do Senado já estão investigando de onde partiu essa informação falsa. Está em tramitação no Senado Federal um projeto de lei que pune a publicação e repercussão de reportagens com conteúdo mentiroso como essa.

ATUALIZAÇÃO - abril/2014
Apesar desse boato ter sido criado ano passado, ainda tem muita gente acreditando nessa falsa notícia neste ano de 2014. A falsa informação continua sendo disseminada nas redes sociais.


Se você foi uma das pessoas que compartilharam em seu perfil a falsa notícia sobre a bolsa mensal de R$ 2 mil para prostitutas, é aconselhável compartilhar esta notícia que você está lendo aqui agora, para informar aos seus contatos que tudo não passou de um mal entendido.

A senadora Ana Rita (PT-ES), emitiu uma nota, que pode ser lida mais abaixo, sobre a notícia falsa que envolve seu nome. Leia os principais trechos da nota:

"O mandato da senadora Ana Rita (PT-ES), presidenta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, esclarece que a matéria publicada (...) é falsa. O referido projeto não é de sua autoria, além de nunca ter tramitado no Senado Federal. Informamos, ainda, que a senadora já tomou as devidas providências junto à Procuradoria Geral do Senado, a Polícia do Senado e à Polícia Federal. (...)".

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