terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Brasil tem 236 milhões de celulares que ajudaram aumentar acesso a internet banda larga em 2011

O Brasil encerrou o mês de novembro com 236,08 milhões de linhas de celulares, de acordo com balanço divulgado nesta segunda-feira (19) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Nos últimos 12 meses, foram habilitados 38,54 milhões de acessos móveis, com crescimento de 19,51% em relação ao período anterior. Com isso, a chamada "teledensidade" no país chegou a 120,81 linhas a cada 100 habitantes.

Somente em novembro foram habilitadas 4,45 milhões de novas linhas. Segundo a Anatel, 81,65% dos celulares do país são pré-pagos (192,7 milhões) e 18,35%, pós-pagos (43,32 milhões). Do total, 38,83 milhões de linhas têm acesso à internet 3G.

O levantamento da Anatel também mostra que a Vivo se manteve na liderança do mercado, com 29,64% de participação, seguida de Tim (26,03%), Claro (25,09%) e Oi (18,92%).

CELULARES AUMENTAM ACESSO A INTERNET VIA BANDA LARGA

O número de acessos em banda larga fixa e móvel chegou a 55,4 milhões em novembro, crescimento de 68% nos últimos 12 meses. De acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), de dezembro de 2010 a novembro deste ano foram registrados 22,4 milhões de novos acessos em banda larga.

A maioria dos acessos (38,9 milhões) é via banda larga móvel, enquanto o restante (16,5 milhões) é por banda larga fixa. A banda larga móvel dobrou o número de acessos desde novembro de 2010, acrescentando 19,4 milhões de novas conexões. A banda larga fixa cresceu 21,9% nos últimos 12 meses, com 3 milhões de novas conexões.

Do número total de acessos à banda larga móvel, 7,6 milhões são por modems de acesso à internet e 31,3 milhões por smarphones, cujo crescimento atingiu 130% em um ano.
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Referência: Portal G1.
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Um comentário:

  1. Tudo isso só foi conseguido graças às privatizações no setor. Antes, vivíamos na Era da Pedra Lascada. Era tudo estatizado. Ótimo para os funcionários públicos, péssimo para a população.

    Nos tempos estatais, um única linha telefônica custava o preço de meio automóvel popular zero, hoje, em torno de 10 a 12 mil reais. Para ser entregue, demorava 2 anos enquanto a pessoa estava pagando, depois, passava mais 2 a 3 anos até a pessoa recebe-la. Um inferno. Isso quando havia a possibilidade de instalação, porque a maioria do país não tinha condições para isso. A situação era precária.

    Além disso, a corrupção no sistema era generalizada. Havia "Bolsas de Telefone": uma minoria de privilegiados especulava com a escassez das linhas e ficava rica com isso.

    A mesma coisa ocorre hoje em outras áreas da infraestrutura: estradas, rodovias, portos, aeroportos, ferrovias, hidrovias, etc. Se não houver concessões em massa transferindo o problema para a iniciativa privada, o Brasil continuará sempre crescendo sem sustentabilidade, no "vôo de galinha". Faz décadas que o estado brasileiro é falido com a corrupção e não pode fazer investimentos que modernize o país.

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