Pelo Twitter, chegaram os primeiros relatos do terror: "ainda está balançando", "eu não posso ficar onde estou! eu preciso estar num lugar seguro!", "um hospital desabou", "nós precisamos de ajuda".
Pouco tempo depois, apareceram as primeiras fotos do terremoto.
As mensagens sobre a catástrofe invadiram a internet.
Até semana passada, o Haiti aparecia em menos de 20 mil textos publicados em blogs. Na quarta-feira, primeiro dia após o terremoto, chegou a cerca de um milhão e oitocentos mil.
Alessandro Barbosa Lima,presidente da E-life, afirmou:
O que a gente observa é que em poucos minutos você tem uma informação que se difunde rapidamente. Às vezes muito mais rápido do que na grande imprensa, onde o dado precisa ser muitas vezes checado, rechecado, editado até ir impresso em um jornal ou ser divulgado em um meio de comunicação de massa como TV.
As vítimas do terremoto tiveram muita dificuldade para mostrar ao mundo o que acontecia no país mais pobre das Américas.
A rede de telefonia fixa é ruim: existe apenas uma linha para cada 90 habitantes.
A comunicação no Haiti depende da telefonia móvel, que é mais comum, mas que também foi danificada pelo terremoto.
ACESSE TAMBÉM:
RECADO DIGITAL - Seu site de recados para suas redes sociais na web.




COMENTE ESTA NOTÍCIA COM SEU PERFIL DO FACEBOOK - Comentário(s):